Tzvetan-Todorov.-Foto-Marti-Fradera

Quarta-tutu.

quarta-tutu. começamos com tzvetan todorov: “podemos renunciar às oposições, como ideal X real, para tentar revelar a beleza dos próprios gestos cotidianos. a beleza que salvará o mundo está nisto: conseguir carregar de sentido e de verdade os gestos mais cotidianos, as nossas relações com as pessoas com as quais convivemos,com nossos filhos e nosso trabalho.” deste paradigma, por onde podemos lançar nossos olhares à arte contemporânea, iniciamos as investigações em nossos corpos. começamos com os répteis, revigorando nosso esperto cérebro reptiliano – herança ancestral, que nos salva e nos guia diariamente (curiosamente, a paisagem sonora aqui era a dos beatles…). depois de muito escavar nossa memória reptiliana, brincamos com a verticalidade, com a gravidade, retomamos nosso primata: e brincamos de mímese, de balanço, de sacolejar. até vieram os gritos primatas, de antepassados remotos, dando passagem aos nossos mais escondidos desejos.(aqui a sonoridade era feita de vento, água, sons de pássaros). e como sempre, tudo acabou na conversa faminta em volta da mesa. bichos. homens. artistas. seres recriando sonhos, como se espalham as sementes com o vento. para que outro sentido?

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