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imagens-sensações intuidas das escuturas de pedras

Nesta quarta, nós do Tutu-Marambá, Pesquisas das Artes do Corpo, partimos das imagens-sensações intuidas das escuturas de pedras, que vem nos acompanhando nas fotos de Tiago e Esdras nas últimas semanas. E trouxemos para os nossos corpos este instigante jogo de brincar de gangorra com a gravidade, de equilibrar e desequilibrar, de sentir e aproveitar desses dois momentos de tensão para aprender coisas novas. Começamos pelos pés e desenterramos deles muitos pedregulhos, várias histórias, sustos insuspeitos, brinquedos quebrados, espinhos e rastros de tatuagem semi-apagados. Era respirar e respirar de novo; e cavar os pés numa busca incessante. Dali, com Pink Floyd, transformamos nossos corpos em varas caleidoscópicas: num luzir frenético,pisca-pisca, vagalume. Depois de muito movimento, deixamos a terra carregar nossos corpos – não como o prenúncio do que a morte fará com a gente, mas como o ninar de uma mãe sempre pronta a regestar nossos corpos-crianças. E saímos para o mundo, animados com as nossas descobertas. Inspirados pelos pés, agora com asas…

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